Falarão novas línguas



“...falarão novas línguas”. Mar 16:17.


Quando se conversa com um pentecostal ou neopentencostal se tem a infelicidade de ouvir algumas asneiras sobre alguns textos das escrituras os quais parecem fundamentar sua teologia para provar suas experiências místicas. Contudo há de se notar que muito dos textos mencionados por eles para defender suas experiências costumam ser interpretados ao pé da letra ou mesmo intencionalmente adulterados para provar aquilo que desejam.
Um exemplo dos textos citados por eles se encontra em Marcos 16: 17 onde se faz a leitura acima citada para defender o uso de línguas estranhas no culto público.
Ao que se percebe, eles afirmam (que uma vez que a Bíblia diz: “os que crerem... falarão novas línguas”) que novas línguas significa falar uma “língua estranha” (Atos 2: 4) ou a “linguagem dos anjos” (1 Cor. 13: 1) ou mesmo um “idioma celestial” ou ainda a “língua do Espírito”, como já se ouviu dizer que “cânticos espirituais” ( Ef. 5: 19) significa cantar em “línguas”.   
Mas o que realmente o texto quer dizer por falarão novas línguas? Será que ele fala de uma língua desconhecida? Algum enunciado verbal incompreensível? O que realmente o texto está falando quando usa os vocábulos “falarão novas línguas”.
 No texto em questão se encontram três palavras reveladoras para quem deseja conhecer a verdade.
Elas são “laleo” o verbo de onde vem a palavra lalia: lala, falarão.
1.    Não se faz doutrina em livros históricos
2.    Não se faz doutrina de textos isolados.
3.    Os textos difíceis são subornados aos mais fáceis
4.    Aos textos narrativos devem ser lidos à luz dos livros doutrinários.
5.    Jesus é o centro de toda a Bíblia
Laleo – verbo lalar.
Kainós – novo
Glóssa – língua

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